Monday, August 07, 2006

Miss

Miss
(Por Alex Coelho, diretor de arte & Tomás Seferin, audio designer)

para ver:

para ouvir:
miss
ou
miss (xtended ghost voices mix)

Saturday, August 05, 2006

Seth De Agosto

Nao me atrelando apenas as novidades, assim prossegue minha coluna de agosto:


REVIEWS


Triosk - The Headlight Serenade (CD)
[The Leaf Label]

Triosk - VisionsIV

Formado em 2001 , esse trio australiano realmente me pegou de jeito.

À algumas semanas atras, vasculhando as profundezas do bleep.com, me deparei com The Headlight Serenade, a capa de tao intrigante me convidou a escutar as faixas, mesmo sem saber do q c tratava ja q eu nunca tinha ouvido falar na banda e de inicio nao me dei conta q a label era a mesma q lanca Murcof, Manitoba entre outros bons produtores de modern electronica.


Bom, nao precisei ouvir mais q 3 faixas para saber q valhia a pena comprar o disco inteiro, comprei-o. E q disco. No discogs, denominam o som deles de future jazz. E quem sou eu para discordar, mas o estilo nao importa, oq importa eh a qualidade e a versatilidade desse release. Hj ja tendo ouvido o disco umas 467 vezes, percebo quantas influencias me vem a cabeca, eu penso em post rock, em minimal, em idm .. q maravilha isso , fico emocionado em perceber nas nuances desse som delicado porem insolito o quando esses caras sao "open minded".

Basicamente o som deles eh o seguinte, imagine 3 grandes musicos (batera, baixo e teclas)ensaiando e improvisando com o gravador ligado , ai um deles pega o material, edita, picota e mixa tudo dando uma roupagem absolutamente contemporanea e porque nao vanguardista, afinal eh o jazz do futuro neh? Alem dos demais artistas da Leaf, o Triosk q ja lancou tambem pela alema Scape (Jan Jelinek) me lembra artistas como Mogwai, Boom Bip, Four Tet, Marc Leclair e até Autechre, pasmem. Confesso q eh muito gostoso pensar em autechre ouvindo 3 caras tocando jazz. (Claro q com uma pequena ajuda do mix q tem alguns "special idmish effects").

O q realmente faz desse disco uma obra prima nao eh a sonoridade, nem o conceito, nem a virtuose, eh simplesmente o bom gosto. Em tempos nada prosperos para a industria fonografica, nao eh nada mal adquirir um disco sem falhas e sem trax ruins. NOTA 10.



e por falar em marc leclair...


Marc Leclair - Musique Pour 3 Femmes Enceintes (CD)
[Mutek Rec]

marc leclair - 33e jour

Vulgo Akufen, Marc eh sem duvida um dos melhores e talvez na minha opiniao, o melhor produtor de minimal da atualidade. Alias..desde 2002 quando ele lanco o disco My Way, q eu nao ouco ninguem produzir/mixar esse genero como ele. Porem, nao eh de agora q ele ja nao demonstra mais muito interesse nas pistas de danca c eh q ja teve algum realmente. hehe

Musique Pour 3 Femmes Enceintes eh seu mais recente LP, lancado porem em 2005. Como ja era de se esperar, eh um disco conceitual, desprovido de qualquer tipo de apelo aos djs , as pistas, a midia, ao estilo ou a quem quer q seja a nao ser as 3 mulheres gravidas q alias..quem seriam? =)))))))

O q esperar? O mestre do picote em sua melhor performance, dando mais enfase as ambiencias, texturas e climas densos, eh um disco introspectivo e espacial, para se ouvir deitado ou no carro.
Apesar de conter algumas verdadeiras perolas, "Musique.." nao chega a ser um candidato a classico, faltando talvez um pouco mais de inspiracao de seu criador para com o todo. Mas Akufen eh Akufen! NOTA 8,5.


Swayzak - Route De La Slack: Remixes & Rarities (2XCD)
[Studio !K7]

slam - human (swayzaks big smoke rework)


Duo ingles, famoso no circuito "electro/minimal" ja algum tempo, o Swayzak acaba de lancar uma coletania dupla de remixes e trax ineditas. O ponto alto do release eh sem duvida os remixes. Alguns sao impressionantemente deliciosos de ouvir e dancar, meus favoritos sao o remix para o Senor Coconut, o remix para Slam, e o para Tic Toc de Will Saul. No cd de raridades tem algumas boas, gosto da Easy My Mind e Slave To The Hard Drive.

O estilo eh Swayzak, c vc conhece sabe, c vc nao conhece, eh um bom release para saber.
Electro disfarcado de minimal ou o inverso seria minha definicao para o som deles. Eh cool!
NOTA 8.

alias, falando em Swayzak, eles estarao se apresentando no Motomix de setembro, em Sao Paulo, eu vou!

Friday, August 04, 2006

Thursday, August 03, 2006









by XTC:

O grande sucesso de Ultraman e Ultra Seven no Japão desencadeou uma série de imitações em seu país, quase nenhuma capaz de arranhar a popularidade dos originais. Uma dessas produções, porém, feita no início da década de 1970, conseguiu não só rivalizar com os Ultras clássicos como também obteve algum sucesso nos Estados Unidos, França e Brasil, onde foi reprisado até meados da década de 1990 pelo SBT.

Produzido com parcos recursos pelo estúdio P-Productions, a saga de Spectreman iniciou no Japão uma verdadeira mania por monstros, revigorando o gênero. Um herói humano, com fraquezas e constante rebeldia, inimigos carismáticos e histórias criativas fizeram a fama de um dos mais famosos "clones" do Ultraman. Os "defeitos especiais" da produção também eram marcantes: maquetes capengas com fios de sustentação ainda mais visíveis do que de costume, raios desenhados em cenas congeladas, monstros em stop motion desajeitado e explosões pífias, fora os trajes de acabamento quase amador. Tudo muito tosco e divertido, num enredo que misturava humor (voluntário e às vezes nem tanto), drama e algumas vagas mensagens ecológicas.

No centro de tudo isso, a grande atração era sem dúvida o maligno Dr. Gori. Egocêntrico, histérico, megalomaníaco e cheio de tiques nervosos, o estiloso macaco loiro e seu fiel assistente Karas foram criados graças ao sucesso mundial de O planeta dos macacos.

Além de Gori, os monstros eram outra grande marca do programa. Ao longo da série, apareceu um rato voador gigante bípede e com duas cabeças, um monstro com cabeça de semáforo e ganchos no lugar das mãos, uma barata gigante, uma baleia cachalote voadora e até uma cópia maligna do herói, entre outras ameaças memoráveis.

"DOMINANTES, ÀS ORDENS!"

Com esse bordão, o pacato Kenji (Jooji Gamou, no original) transformava-se no poderoso andróide de batalha Spectreman e partia para enfrentar os monstros que ameaçavam o Japão. Capaz de se tornar um gigante e voar, utilizava uma infinidade de golpes e raios, sendo o principal deles o Spectro-Flash.

O enredo mostrava o herói vivendo oculto na Terra a mando dos Dominantes de Nebula 71 para alertar a humanidade sobre os riscos da destruição do meio ambiente. Disfarçado de humano, ele se juntou ao Grupo Anti-poluição, uma equipe de pesquisadores e ativistas ambientais.

A chegada de Spectreman coincidiu com o primeiro ataque do Dr. Gori, um fugitivo espacial que almejava conquistar a humanidade junto com seu assistente Karas, um homem-gorila tão forte quanto cretino. Gori criou monstros que se alimentavam de lixo e fez sucessivos ataques contra o Japão, um país que sofre com a poluição desenfreada de suas indústrias. O discurso ambiental, no entanto, não passava de um detalhe, pois o que interessava aqui era ver monstros levando uma boa surra do herói.

Ao longo dos episódios, o Grupo Anti-poluição deixou as pesquisas de lado e começou a usar armas avançadas para ajudar Spectreman, tornando-se o Grupo Anti-monstros. Ficou uma imitação meio capenga de equipes estilo Esquadrão Ultra (de Ultra Seven) mas, sem dúvida, a mudança deixou os episódios mais movimentados.

A série possui muitos capítulos antológicos (quase todos em duas partes), com destaque no aspecto humano das histórias, o que era bem característico nos heróis da P-Productions. Em um dos mais interessantes, o boa-praça e mercenário espacial Meteoro desafiou Spectreman para um duelo estilo caubói, a fim de saber quem era capaz de disparar mais rápido seu raio mortal. Porém, a amizade de Meteoro por um garoto fez o honrado lutador tomar uma decisão inesperada no confronto. Em outra aventura, um patético lixeiro foi transformado por Gori num monstro comedor de lixo que assustava sua própria família. Em pânico, a grotesca criatura tentou se matar, numa cena tão constrangedora que ficou bacana de tão trash. E, bizarrice suprema, em um aventura, Karas colocou óculos escuros, chapéu e poncho de mexicano e entrou numa discoteca. A seqüência é um verdadeiro delírio de pancadaria psicodélica.

Alguns momentos, porém, tinham ênfase no drama, como o arrepiante (se você tiver menos de dez anos, claro) episódio duplo Operação genocídio, com mortes em profusão e o heróico sacrifício de um garoto sensitivo no final. Em outro arco duplo de histórias, Gori saiu de cena para o confronto de Spectreman com o vampiro espacial Vordalak, em aventura digna do clássico Ultra Seven.

O final da série mostrava o herói partindo de volta para seu lar, depois de perder o poder de se reverter para a forma humana, vencer Karas e presenciar o suicídio do Dr. Gori. Os camaradas de equipe, vendo-o partir, revelaram que já sabiam da sua identidade secreta. E foi assim, de modo bem melancólico, que o programa terminou, deixando de lado os alívios cômicos e assumindo aquele senso de melodrama que tanto caracterizava os aventureiros japoneses clássicos.

Competindo diretamente com a super-produção (para os padrões da época) O regresso de Ultraman e com o inovador homem-gafanhoto Kamen Rider, a produtora apostava no clima das histórias para manter a audiência. E conseguiu, pois Spectreman chegou a 63 episódios, uma excelente e poucas vezes alcançada marca para um seriado do gênero.

ATERRISSANDO NO BRASIL

No Brasil, pouco mais de cinqüenta episódios foram exibidos, sendo que a maior parte dos inéditos fazia parte da segunda metade do programa. Exibido inicialmente à noite na TV Record no início da década de 1980, a série logo migrou para o SBT, onde ganhou enorme popularidade.

A dublagem, feita nos estúdios da TVS (que era também o nome original do SBT), era recheada de vozes marcantes, como Carlos Seidl (Dr. Gori) e Potiguara Lopes (Karas), os populares Seu Madruga e Prof. Girafales do Chaves. Porém, a edição de áudio era péssima, parecendo que as vozes saíam de dentro de uma cabine.

No Brasil, a série ainda ganhou uma versão em quadrinhos na Editora Bloch desenhada por Eduardo Vetillo, que teve um grande destaque como desenhista dos Trapalhões. Com o nome do herói mudado de Kenji para Kenzo, e com o traje em tons de azul e com design diferente do original, o gibi parecia até uma produção pirata.

Com todas suas virtudes e deliciosos defeitos, Spectreman é uma série cult como poucas. E, preparando o terreno para cada um de seus divertidos episódios, uma sóbria locução alertava os telespectadores, mais ou menos assim:

"Planeta: Terra. Cidade: Tóquio. Como todas as metrópoles do planeta, Tóquio se acha hoje em desvantagem em sua luta contra o maior inimigo do homem: a poluição. E apesar dos esforços de todo o mundo, pode chegar o dia em que a terra, o ar e as águas venham a se tornar letais para toda e qualquer forma de vida. Quem poderá intervir? ssssssssssssssSpectreman man man man!!!"

CURIOSIDADES

No início, o personagem-título da série era o vilão Dr. Gori. Somente na terceira fase, o título definitivo foi adotado, conforme aparece na ficha técnica.
O estúdio P-Productions foi o mesmo que realizou as duas séries em live-action Lion Man (exibidas na extinta TV Manchete) e o clássico Vingador do Espaço (TV Record), baseado em mangá de Osamu Tezuka.
A versão em mangá foi desenhada pelo próprio criador Souji Ushio, onde ele assinou com o pseudônimo de Daiji Kazumine. No total, rendeu nove volumes encadernados.
A roupa de Spectreman era usada pelo dublê Koji Uenishi, que já havia trabalhado em Ultra Seven. Seu físico atarracado e os grandes capacetes que tinha que usar sempre deixavam seus personagens meio cabeçudos. :-)
Foi nos Estados Unidos que o nome foi alterado de Spectroman para Spectreman e o seriado ganhou sua estilosa música-tema. A melodia original foi mantida na trilha instrumental, especialmente em cenas de batalha.
O ator Tetsuo Narikawa é mestre de karatê, fato que não foi explorado na série.
Ficha técnica

Títulos originais: Uchuu Enjin Gori (Homem-Macaco Espacial Gori/ episódios de 1 a 20), Uchuu Enjin Gori x Spectroman (episódios de 21 a 39) e Spectroman (episódios de 40 a 63)

Estréia no Japão: 02/01/1971 (TV Fuji)

Número de episódios: 63

Criação: Souji Ushio
Roteiro: Susumu Takaku, Masaki Tsuji e outros
Trilha sonora: Kunio Miyauchi e Naohiko Terashima
Direção: Koichi Ishiguro, Keinosuke Tsuchiya e outros
Produção: P-Productions
Emissoras no Brasil: TV Record e SBT
Versão brasileira e dublagem: TVS

Elenco:
Tetsuo Narikawa (Kenji), Tohru Ohira (Chefe Kurata), Takamitsu Watanabe (Kato), Kazuo Arai (Ota), Koji Ozaki (Wada), Machiko Konishi (Minnie), Yoko Shin (Tieko) e Taeko Sakurai (Kimie).

Catedral Rosa



"Catedral Rosa é uma intervenção urbana que se situa no âmbito do terrorismo cultural. Ela se consistiu em modificar a iluminação da Catedral de Brasília através de interferências realizadas diretamente nos refletores do monumento.
A Catedral foi pintada no dia 28 de junho de 2006, quarta-feira, aproximadamente as 18:40h. O monumento católico pintado de rosa no dia do orgulho gay é um atentado que traz em seu bojo questionamentos sobre valores pré-estabelecidos num ato transgressor que descaracteriza a conduta artificial vigente.
O feitio translúcido que tanto sugere como se afirma característico desta intervenção, tem como fator principal bulir (mesmo!) com todas as questões morais, éticas, estéticas, históricas, sociais e culturais de maneira sutil e poética sem danificar a estrutura física do monumento.
Este vídeo trata-se do registro da intervenção. Sua reprodução é para que as pessoas não-presentes ali naquele momento possam participar de toda a ação e contemplar o processo de transcoloração do monumento. Para que percebam que pintar o concreto modernista foi fácil, e que o difícil é pintar a rigidez e a apatia dos valores e espíritos dos cidadãos contemporâneos.
Portanto, não sejamos incrédulos portadores de pouca fé que se diminuem ante a própria covardia! "Informemo-nos"! Tornemos a "Catedral Rosa" de múltipla autoria, porque é! Convoquemos a todos assumi-la! Convoquemos também a fazerem seus atentados, pois quando os fizerem, diremos que fomos nós! Assim, seremos muito mais."

anônimo

Friday, July 28, 2006

Mapstation


Mapstation - Sororities


do ultimo album chamado Distance told me things to be said.



aqui
tem uma musica inédita.

sou fã desse alemão.:)

Saturday, July 22, 2006

Uakti. Os Philip Glass do Brasil




































do wikipedia:

"Se por um lado, as técnicas composicionais são contemporâneas, a sonoridade dos instrumentos, por outro, empresta um caráter primitivo à música do grupo. Esta dicotomia é o segredo do som do Uakti." Tá. O Ha Ono Beko também.


"Os instrumentos não convencionais construídos por Marco Antônio Guimarães são os responsáveis pela sonoridade característica do grupo." Opa. Ha Ono também. MAS será que eles já tem um CHORI SMETANO?

"Chori Smetano - Instrumento criado por Walter Smetak. Basicamente é um instrumento de corda com arco com uma cabaça como caixa de ressonância. Segundo seu criador este instrumento pode transmitir simultaneamente sentimentos antagônicos como o choro e o riso. Daí seu nome cho-ri (chora e ri). Guimarães construi seu chori smetano com as dimensões de braço e arco de violoncelo, assim qualquer violoncelista pode executá-lo."







"O principal compositor do Uakti, Marco Antônio Guimarães, tem formação erudita e utiliza em suas composições um estilo composto de estruturas rítmicas complexas. Normalmente mais de um compasso é utilizado na mesma composição, quando não é utilizada métrica livre." Ao tentar explicar pra alguem o que é IDM, eu normalmente invoco esses dois conceitos... Então pra ser politicamente correto com essa teoria, esse som teria que ser IDM também, um IDM acústico.





















wikipedia do Uakti


site oficial

do disco Tudo e Todas as Coisas (1984)- Maracatu elefante ---- aposto que a bjork ouviu muito esse album.:)

do disco Oiapok Xui (2005) - variação IV - aguas de março

Uakti também trabalhou com Philip Glass, claro, para um album tematico sobre a amazonia. Um dia posto mais coisa deles.

Thursday, July 20, 2006

50 curtas canadenses

aqui


com destaque para o grande Norman McLaren

um dia faço um post sobre ele:)

Saturday, July 15, 2006

テクニカル・サポート・フォーラム







永谷園はレトルトカレー「キレンジャーカレー ポーク中辛」を10日に発売する。75年4月からテレビ放送された「秘密戦隊ゴレンジャー」に登場し、カレーが大好物というキレンジャーをイメージキャラクターに使った。スーパー戦隊シリーズが今年で30作になるのを記念した。「当時ファンだった子どもたちも30代の大人。懐かしがって手に取ってくれれば」(同社)という。限定18万食で希望小売価格は税込み247円。

ふしぎ大陸南極展が開幕 東京・国立科学博物館(19:42)
博多祇園山笠、「追い山」で有終(17:17)
論理的な考察「苦手」 小4~中3国・数の学力調査(15:38)
神奈川・猿島で海開き(15:19)
シルバー人材センター 新たな仕事次々誕生(15:19)
鉄道事故の「影響」 各社に違い、実態とズレ(11:44)
市バスのエンジン音に鳴くカバ「成雄」 京都市動物園(09:30)
「水止舞」を奉納 東京・大田の厳正寺(06:06)
10月の電気料金値上げを示唆 東京電力社長(22:11)
お盆渋滞ピーク 下りは12日、上りは14、15

Friday, July 14, 2006

Tuesday, July 11, 2006

World Jump Day II ou "Money Art"






Considerando que falta uma semana para dar o salto,

1. Encontrei o cara que fez o site: Torsten Lauschmann, artista audiovisual alemão. No site se referem ao world jump day como "the most talked about viral jam of 2005". O que acho estranho é que ele considera a obra terminada...

2. Apesar de ser talvez um dos maiores happenings de todos os tempos, o cara também tá fazendo uma graninha a parte, vendendo camisetas e adesivos com o logo impresso.

3. Achei um "release" dele interessante também:

Torsten Lauschmann - Performing LIVE and presentation.
As a photographer, filmmaker and VJ, Torsten Lauschmann celebrates glitches, and out-takes, bits in between and images that might be easy to ignore. Lauschmann is currently on a Trans European busking tour under the guise of Slender Whiteman where he will launch his solar powered dub system. He lives and works in Glasgow.

Define Busking: Busking is the practice of performing in public places to receive donations of money.

Saquei que a onda dele - entre dêvedês, preformances e instalacões - é fazer dinheiro dizendo que é arte. Gostei.
Um novo movimento artístico? Money Art

Saturday, July 08, 2006

O mestre, em casa




Hermeto Pascoal. Ele ainda toca num ANTI um dia.:)

Friday, July 07, 2006

World Jump Day



Considerando que faltam menos de duas semanas pro dia 20 de julho, convido todos a um evento surreal ao qual estarei participando. Ás 11:39:13 (GMT), ou seja 08:39:13 horario de brasilia, 600 milhões de pessoas vão dar um PULO. De acordo com o site, esse pulo em massa vai mudar a orbita da terra, deixando então o clima mais ameno e evitando catastrofes fatais e aquecimento global.
E realmente não importa se é loucura/uma grande piada/um MEGA HAPPENING, é fantástico de qualquer jeito.
Quando me inscrevi, eramos 30 milhões. Hoje faltam 13 milhões e meio para atingir a meta necessária. Se estiverem acordados...

www.worldjumpday.org

Tuesday, July 04, 2006

Seth de Julho

Bom, estarei de agora em diante escrevendo uma materia mensal constituida de reviews, opinioes e dicas q eu julgue pertinentes no devido periodo. Comecando agora..em julho.
Sem mais delongas...


A label "cutting edge" mais quente do momento soh pode ser a Planet Mu, do Dub Step ao Breakcore, o selo ingles q eh referencia absoluta nos generos entortou meu cerebro com os ultimos 3 lancamentos (LP's). Algumas palavras a respeito deles:

Boxcutter - Oneiric (CD/LP)

> Uma versao mais pacifica de Venetian Snares, Boxcutter faz um dub step/breakcore surpreendente, digno de veteranos. Em seu primeiro album, o rapaz demonstra uma impecavel tecnica de mixagem e "tricks". Unidos a uma base harmonica deliciosa e madura, este eh sem duvida o meu favorito dos três. Nota 10!

Boxcutter - Gave dub



Venetian Snares - Cavalcade Of Glee And Dadaist Happy Hardcore Pom Poms (CD)

>As vezes eu acho o som dele demasiado rapido, brutal, e doentio! Mas ninguem pode negar, o canadense Aaron Funk vulgo Venetian Snares eh um dos, senao o melhor produtor de Breakcore da atualidade, alias eu ainda digo mais, ele esta no olimpo dos grandes produtores junto a nomes como Aphex Twin e Autechre. E seu novo album eh sem duvida o mais tecnico de todos, como se ainda fo-se possivel, sua artilharia de efeitos nunca foi tao letal e afiada. Porem eu nao considero este o melhor de seus albums musicalmente...eu ainda prefiro discos como Meathole e Winnipeg Is A Frozen Shithole, mas ainda sim, eh um otimo album e como eu disse, tecnicamente eh o mais evoluido. Entao valhe a pena ouvir nem q seja nivel de pesquisa! Nota 7.5!


Tim Exile - Tim Exile's Nuisance Gabbaret Lounge (CD)(mixed)

>Tim Exile eh outro dos top producers da casta de Mike Paradinas, e tem se tornado um dos mais famosos, principalmente por suas singulares apresentacoes ao vivo. Porque? Porque ele desenvolveu um set up tao fudido (multiplos midi controllers, microfone e um plugin do Reaktor personalizado por ele mesmo), aliado a uma tecnica q o permite criar e compor musicas ineditas no total improviso (LIVE!) . Apos muitos gigs europa afora. Tim resolveu compilar um cd com suas melhores criacoes ao vivo, o cd eh mixado e eh simplesmente surpreendente. O cara simplesmente redefinou oq eh um LIVE PA. Soh ouvindo pra entender!! Estilo? Le o titulo..hehe
Nota 9!


Extraz:

* O novo ep do Boards Of Canada chamado Trans Canada Highway eh uma consolavel descepcao, nao chegando aos pes de The Campfire Headphase. Nem pelo video de Dayvan Cowboy ele valhe ja q tu pode assistir de boa no youtube.com

* E por falar em youtube.com , vai la e escreve: RUBBER JOHNNY , eh o ultimo trabalho do genial videomaker Chris Cunningham, com trilha do Aphex Twin (um remix de Afx237 V.7 do album Drukqs) .. scary!

* Quem nao conhece e curte a linha, nao pode deixar de conferir outra de minhas labels favoritas, a holandesa Delsin. Esses caras estao ja a algum tempo lancando alguns dos melhores releases de "detroit electro/deep/emotional techno". A Clone tambem ta nessa onda , mas a Delsin emociona mais! Esta eh para aqueles q gostam de um Vince Watson, Carl Craig...

Saturday, July 01, 2006

Enchendo o saco dos françeses



É, é hoje. Vingança? Veremos. Eu tô com medo de perdermos, isso sim. Já não bastava 98 pra nego aqui pegar no meu pé, IMAGINA outro jogo desses? Eu tô fazendo minha parte. Adornado com as cores default, paninho na cabeça e, meu ataque pessoal, MUITA MUSICA BRASILEIRA BEM ALTA. Já avisei todos os vizinhos de andar que hoje ia ser fogo, que teriam q aturar 120 dB de pura ginga brasileira em vários formatos: mpb, maracatu, baião, forró, hinos e qualquer outra produção nacional que tenha escondida na minha biblioteca sonora.

Eis uma jóia do playlist de hoje:

Dona Selma do Côco - Fazendo Vento



palpite? 3 a 0. Dá-lhe Brasil!

Thursday, June 29, 2006

Fluxus II

Aproveitando o post do Fredy, deixo aqui um exemplo de musica Fluxus, extraido do album Fluxus Anthology:



ben vautier - some ideas for fluxus










"Tô vivo, dog!"


Errata:
Fluxus foi um movimento que COMEÇOU nos anos 60, mas até hoje tá vivim da silva:

NEW PROJECTS AND PEOPLE IN FLUXUS

O própio Ben Vautier tá ótimo de saúde e fazendo muita arte fluxus. :)

Fluxus


















O Movimento Fluxus foi um grupo de artistas de várias nacionalidades que colaboravam entre si na Europa, EUA e Japão durante a década de 60. Estruturado ao redor da figura de George Maciunas; um artista lituanês, radicado nos Estados Unidos, o Fluxus desenvolveu uma atuação social e política radical que contestava o sistema museológico através de performances, filmes, música experimental e de suas publicações (Editora Fluxus Inc).

O termo ‘Fluxus’ foi originalmente criado, por Maciunas, para ser o título de uma revista que teria com objetivo publicar textos dos artistas da vanguarda, muitos dos quais tiveram seus trabalhos apresentados, entre 1960 e 1961, no estúdio de Yoko Ono e na AG Gallery de Maciunas, ambas em Nova York. Todavia, ‘Fluxus’ passou a designar e caracterizar um série de performances organizadas por Maciunas na Europa durante três anos (1960-1963).

Essa apresentações foram prolongadas tornando-se festivais – Festum Fluxorum – que percorreram várias cidades como Copenhague, Paris, Düsseldorf, Amsterdã e Nice.
As performances e happenings realizados pelo grupo, bem como suas publicações, e vídeos tiveram um profundo impacto nas artes das décadas de 60 e 70 a partir de sua postura radical e subversiva – ainda que raramente política – na medida em que trabalhava com o efêmero, misturando arte e cotidiano, visando destruir convenções e valorizar a criação coletiva.
O grupo marcou um momento de experimentação comum entre artistas da Europa e América do Norte, possibilitando a afirmação da idéia de coletividade como distintiva das proposições artísticas posteriores, no campo da música e artes experimental.

*From wikipedia:

Fluxus (from "to flow") is an art movement noted for the blending of different artistic disciplines, primarily visual art but also music and literature. Fluxus is often described as being Intermedia because it occurs at the intersections of different media. Fluxus was loosely organized in 1962 by George Maciunas (1931-78), a Lithuanian-born American artist. In its early days Fluxus artists were active in Europe (especially in Germany), America, and Japan.
Today there are Fluxus artists active throughout the world. While there is no longer a large Fluxus community in any single urban center, the rise of the Internet in the 1990s has enabled a vibrant Fluxus community to thrive in virtual space. Some of the original artists from the sixties and seventies are also active in online communities, and many other artists, writers, musicians, and performers have joined them, and have built new Fluxus communities in cyberspace. Fluxus artists also continue to meet in cities around the world to collaborate and communicate in "real-time" and physical spaces.

The art forms most closely associated with Fluxus are Event Scores and Fluxus Boxes. Fluxus Boxes originated with George Maciunas who would gather collections of his printed cards, games, and ideas, and put them into small plastic boxes. Event Scores are essentially performance scripts that are usually only a few lines long and consist of descriptions of actions to be performed rather than dialogue. Other forms which have been adopted by several Fluxus practitioners include collage, audio, music, video, and poetry — especially visual poetry and concrete poetry.

Among its associates were Joseph Beuys, Dick Higgins, Nam June Paik and Yoko Ono who explored media ranging from performance art to poetry to experimental music to film. They took the stance of opposition to the ideas of tradition and professionalism in the arts of their time, the Fluxus group shifted the emphasis from what an artist makes to the artist's personality, actions, and opinions. Throughout the 1960s and '70s (their most active period) they staged "action" events, engaged in politics and public speaking, and produced sculptural works featuring unconventional materials. Their radically untraditional works included, for example, the video art of Nam June Paik and the performance art of Beuys. The often playful style of Fluxus artists led to their being considered by some little more than a group of pranksters in their early years. Fluxus has also been compared to Dada and aspects of Pop Art and is seen as the starting point of mail art.

The most well known Fluxus works are the Fluxus performance pieces or Event Scores, such as George Brecht's Drip Music. Fluxus artists differentiate Event Scores from "happenings" which they called Flux Events. Whereas Happenings were meant to blur the lines between performer and audience, performance and reality, Fluxus performances were sometimes one-liners and sight gags. The performances sought to elevate the banal and dissemble the high culture of serious music and art.

Marcel Duchamp, Allan Kaprow (who is credited as the creator of the first "happenings"), and John Cage were highly influential to Fluxus.
Since the death of Maciunas in 1978 a rift opened in the movement between those artists, historians and theorists who placed Fluxus in a specific time frame (1962 to 1978), and others who continue to see Fluxus as a living entity held together by its core values and world view. Thus it is not unusual for Fluxus to be referred to in either the past or the present tense. It has been suggested by some who continue to work in the Fluxus movement that a close association by the Fluxus artist and curator Geoffrey Hendricks with a major historical Fluxus collection (the Silverman collection) has unduly influenced the view that Fluxus died with Maciunas. Hendricks and associated art historians argue that Fluxus was a historical movement that occurred at a particular time, and that while contemporary artists may have been influenced by it, they cannot lay claim to being members of it.
[edit]

Fluxus artists
Many artists have associated themselves with Fluxus over the years, including:
Arman
Ay-O
César Baldaccini (César)
Joseph Beuys
George Brecht
Allen Bukoff
John Cage
Giuseppe Chiari
Philip Corner
Robert Filliou
Henry Flynt
Ken Friedman
Al Hansen
Beck Hansen
Cairn Hedland
Geoffrey Hendricks
Dick Higgins
Ruud Janssen
Ray Johnson
Joe Jones
Alison Knowles
Takehisa Kosugi
Philip Krumm
Shigeko Kubota
George Landow
Vytautas Landsbergis
György Ligeti
Jackson Mac Low
George Maciunas
Barry McCallion
Gustav Metzger
Larry Miller
Yoko Ono
Genesis P-Orridge
Nam June Paik
Ben Patterson
Dieter Roth
Ric Royer
Carolee Schneemann
Litsa Spathi
Daniel Spoerri
Yasunao Tone
Cecil Touchon
Ben Vautier
Wolf Vostell
Yoshi Wada
Emmett Williams
La Monte Young

Saturday, June 24, 2006

IDM and Experimental Music Datas Vol. 0 : * Entrevista com Richard Devine


Richard Devine é um dos meus produtores de favoritos do que eu chamo de "Extreme Experimental IDM" de todos os tempos. Sua fusão entre gears, softwares, maquinárias, sci-fi e experimentaçoes densas como por exemplo noises de correntes eletricas e tranformadores de energia provocam uma atmosfera sombria e caótica em uma sincronia morbida e fantástica. E as vezes bela... mas só as vezes...

Natural de Atlanta, tive oportunidade de conhecer essa figura local, em uma das minhas aventuras idmilisticas naquela cidade. Ver ele in action foi realmente awesome. Ta ae uma entrevista com ele para o Modsquare de Chicago.



What would you say makes Cautella stand apart from your previous albums? For example, does it show any of the ways you feel you have grown as a sound designer, beat programmer or composer?

Richard: I would say this is more of a transitioning album for me. I am in the middle of developing new techniques in terms of sound design and composition. I spent a great deal of time working with new sound design applications for this release, and acquired a great deal of new kit as well, so I was still experimenting with new things and processes while creating this release. I think Cautella is more of an immediate release for me. It has more aggressive rhythmic tracks and textures. I really tried to make this release an interesting listening experience from beginning to end.

How did this album come to be released on Sublight Records?

Richard: I have been a long time friend with Aaron Funk (Venetian Snares), and Aaron asked me if I was interested in doing something with his friend’s label back in Winnipeg. I thought it would be great to release an album on this label that was relatively new, and to release something this year that wouldn’t interfere with my Ghostly and Schematic Records releases I have planned for next year. So it was a perfect place and time to do this project, and Sublight fit the bill. I really like what Aaron puts out. It’s proven to be a consistent label.

Cautella's cover art is wonderful; it looks like a crossbreed of the work of Alex Rutterford and Michael England. How much control do you exert over the art direction? Do you prefer not to make your own album art? Also, how do you feel the look of the art relates to the images and mood you wanted to evoke with the music on this album?

Richard: I would have to thank my close friends Noah and Brian at KeepAdding, in Santa Fe, New Mexico for that one. They are incredible digital media artists who I became friends with a few years ago. I basically gave them the album and told them a basic feel and mood that I was aiming for in terms of the artistic presentation for this release. They sent me some sketches and we went back and forth exchanging ideas, and came up with the Cautella album cover. I was really impressed with the way it turned out. It is by far one of my favorite releases in terms of music and artistic presentation. In terms of how the art relates to the music: I basically just sent them my tracks and Noah and Brian listened and came up with some images that were directly evoked by the tracks. They sketched out some intricate alien insect models, and some very strange demonic alien skulls morphed in Photoshop. This is what they saw in their heads while listening to the music. I thought it was perfect, as these are the types of images I want the listener to see and experience.

You have mentioned you'd like to do sound work on science-fiction films. Did you have this approach in mind when making the more ambient soundscapes on Cautella, particularly the opening track, "Helix Stair Helve"? On a more conceptual level, how does the idea of film (and music, too) with its linear progression in time hang together with the description sometimes applied to your music as being 'sound sculpture,' which could suggest a static object that is capable of being experienced from many different points of view?

Richard: Yes, I have been getting more into sound design for film and gaming companies, lately. It's really interesting to see how my sounds go up against picture and moving images, which totally changes the context and effectiveness of the sounds I create. I have always strived to create soundscapes that can basically create pictures for you in the mind, without the aid of any sort of visuals. I would invite the listener to open their brain up and experience things and places they have never seen before. It is essentially what I try to do with every piece I do. Create these surreal alien environments where you are traveling into some horrifying high-tech world. The music can be experienced in a static environment and sometimes this might be even better than in an environment where you might encounter distractions. In this case the listener can completely concentrate and process all the information.

"Orr Unfolding" is quite a haunting ambient piece. Are the unusual chords in this track a result of any special harmonic device such as microtonal scales?

Richard: This track is funny because I created it using only one piece of equipment. No computer processing or plug-ins. It was created entirely on a Nord G2 Modular synthesizer using Comb delay modules, in a sequence of detuned layers with feedback, in conjunction with String Modelers with open and ever changing envelope times. It was just a patch I made for Clavia, which I then later turned into a full-blown composition. I completely designed the patch to work as an a-tonal piece, meaning there is no tonality to the sounds. Just freeform scaling and pitching. Quite haunting, actually.

You put a lot of work into designing and manipulating your own sounds, and some of the more fascinating details of this effort might not come across immediately to those unfamiliar with your music and the more technical and academic means you sometimes employ. With that in mind, would you care to pick a few sounds or moments from the album and say a little about what processes contributed to the final result?

Richard: Yeah, it’s interesting, as I used so many sound bytes from numerous places, mostly processed sounds from external sources in my surrounding environment. Whether it is from the Kyma System or acoustic process material, I always try to make sounds that have a particular quality to them, in which they all have character and could easily stand on their own. I used a variety of different synthesizers like the Hartmann Neuron and the Roland V-synth, too, for strange ghostly smeared textures and granulated madness. Of course there was a great deal of computer processing done on this record, which accounts for at least 80 percent of the sound and processed material. It was what I considered to be a very synthetic sounding release, focusing more on detailed synthesis and found sound manipulation. There were even some parts where I used intense breathing of animals as sound transitions into the next parts. I really tried to push and change my traditional methods of composition on this release.

Any news about future projects, collaborations, DVD audio or doing sound for films?

Richard: Well, I have a limited picture disc coming out on Hymen and Sublight records which is almost already sold out. The release date is in September. I have also completed remixes for Glen Velez, Otto Von Schirach, Sector-9, Kill Memory Crash and Funkstörung. I am also working with Telefon Tel Aviv on my next record for Ghostly International. I plan to work again with Otto for a completely mad science musical record slated for next year. And I am also finishing the last edits for Mike Patton’s album Peeping Tom, which has turned out quite interesting. We have collaborated for this project on his label Ipecac. I also plan to release the DVD late next year on Schematic. Look out for this; it will be the next horrifying glimpse into 5.1* hell!

As for the Film and TV industry, I have been quite busy working constantly on new TV spots for Nike, Scion, Dodge, Xbox, Sony and many others. It’s an endless cycle of sound creation.

The limited-edition Sigstop picture disc will be released September 10th, 2005 on Sublight Records.

* Refers to 5.1 Dolby Surround Sound. See http://www.tomshardware.com/consumer/20041217/ for further explanation. - Ed.

www.richard-devine.com
www.sublightrecords.com
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