Sunday, September 10, 2006

Thursday, September 07, 2006

Seth De Setembro

Topico 1

Apos dois meses de um total marasmo na noite paulistana (e todas as demais, ja q num veio nem um gringo q presta-se para salvar-nos da entediante PANELA de djs nacionais q c revezam e c repetem 3,4 vezes por semana em mini baladas cada vez mais mediocres) .. finalmente estamos chegando ao final do inverno e perto do Motomix, o evento nacional mais aguardado do ano, pelo menos para mim. Afinal, nao eh comum ter tantos artistas q eu curto num mesmo espaco, numa mesma noite. Modeselektor, Isolee, Swayzak...fala serio!

O evento ocorrera no dia 16 em Sao Paulo. Haverao duas pistas, uma mais focada em bandas , e outra exclusivamente focada em musica eletronica (de respeito!). Quem quizer saber mais entre no link abaixo:

http://www.motomix2006.com.br


Topico 2

Um dia desses, fui a banca de jornais mais proxima e acabei por comprar uma revista legal ate, eu nao conhecia mas muitos de vcs ja devem ter lido, chama-se XLR8R. Acredito ser uma das , senao a revista americana mais moderninha referente a musica e cultura musical eletronica. Eh como a Beatz no Brasil.

Bom, a edicao eh de agosto e tem varias reportagens interessantes, como uma conversinha tecnica com a dupla alema q todo mundo adora (menos eu) Mouse On Mars e uma outra apontando as independent labels mais aclamadas do momento como Kompakt, Domino, Ghostly International, Minus, etc.. achei legal ver mais uma vez a figura bizarra do Reinhard Voigt (Kompakt artist) e saber quem diabos esta atras do selo canadense Sublight, um tal Aaron Rintoul, muleque com pinta de mal .. responsavel por alguns dos releases mais brutais do momento (Venetian Snares, Datach'i, Richard Devine..) entre outras curiosidades.

Mas nada disso importa, o q eu realmente gostaria de destacar eh a presenca constante de comentarios e referencias a musica brasileira. Principalmente ao baile funk. Nego modernete la fora adooooora baile funk, FALA SERIO!! Eu li esse termo exatamente como escrevi (baile funk) umas cinco vezes ao longo da revista. Eh uma tal japinha q nunca veio ao brasil pagando de Mia 2 chamando faixa sua de "The Game In Rio", eh ciclano revizando Bonde do Role como sendo "o Must" e por fim ainda tem uma pagina inteira com o titulo: MELHORES NOVOS ATOS DO BRASIL! Segundo eles, os 6 melhores atos saidos daqui hj sao: Cansei De Ser Sexy, Seu Jorge, um tal de Curumin, Tetine, O Bonde Do Role e a quase delicia Cibelle. E ai, concordam? Eu nao, mas fato eh q o Bonde Do Role fechou com o selo do Diplo q nego la fora adoooora (pq?), Cansei de Ser Sexy fechou com o selo americano Sub Pop (q lanca The Postal Service entre outros) , Seu Jorge, bom, esse ja eh superstar internacional .. Quanto a Cibelle, respeito mais com quem ela anda (ta bem na fita viu..) do q o q ela faz, a voz eh bonita, ela eh gatinha, mas eh soh. Quanto ao Tetine e o Curumin, nao conheco.

Apesar de achar todos esses artistas bem fraquinhos, fico feliz de ver q nego la fora ta botando maior fe na gente, as portas estao abertas!


Topico 3 (REVIEWS)


Vitalic - Bells [ep] (Different)

O Vitalic apareceu na minha vida, com o disco Ok Cowboy, eu nao fazia ideia de quem era o cara, ouvi o disco por cima, comprei e acabou c tornando um dos melhores releases q eu ouvi nos ultimos anos. Arrisco dizer q eh o melhor album de electro dos ultimos 15 anos. Tamanha repercussao gera responsa, estava curioso pra saber oq viria apos Ok cowboy..como ele iria conseguir lancar algo melhor ainda? Ainda nao foi dessa vez hehe! Esse Ep chamado Bell's foi uma razoavel porem falha tentativa. Sao 6 faixas e apenas duas delas sao realmente boas, Candy e You Are My Sun. Nenhuma das 6 faixas foge da linha do disco, sendo todas inferiores ate, com excessao das duas ja mencionadas q estao, digamos no mesmo nivel do album. Vlahe dar uma checada. Nota 6.

Laurent Garnier - Retrospective 94-06 [CD] (F Com)

Cd duplo com 23 trax que contam a historia de um dos djs mais famosos do mundo. Uma vez ja considerado a frente de seu tempo, hj em dia, nem um pouco. A verdade eh q eu me arrependi de ter comprado esse disco. Achei chato bagarai... Nota 5.

Octogen - Ligrgirl [EP] (Soma)


Octogen foi uma bela surpresa, nao sei quem eh, de onde veio (acho q Italia), mas sei q saiu um ep dele(s) esse mes pela Soma q eh uma label absolutamente suspeita ao meu ver mas q ate q enfim acertou uma comigo .. Puta som!!! Eh dificil de explicar, mas eh prazeroso, pois esse act faz exatemente o q eu gosto, mistura um monte de coisa, sem soar obvio e nunca copiado. Imagina , sao 4 trax, uma eh Italo House misturado com um Minimal Techno bem clicky, outra, um electro breaks misturado com idm ala Rephlex, uma terceira eh um down tempo meio Arovane (lindo) e a quarta te lembra um Carl Craig na melhor fase ... e no final vc sabe q eh tudo farinha do mesmo saco. Ta bom ou quer mais? Em tempos de crise, ta otimo. Nota 9.

Short ones:

*Quero congratular o duo paulistano Clickbox por estar apresentando atualmente um live PA (misturado com dj set) maneirissimo!!

**Recomendo todos a checarem o catalogo da sublabel da Clone chamada Frustrated Funk .. eh uma das minha s favoritas no momento...o nome diz tudo! Check!

****Eu sempre soube do potencial do programa Reaktor da Native Instruments, mas nunca tinha realmente dado muita bola ... ate q eu mudei de ideia umas semanas atras e bom, vou resumir a minha experiencia dizendo q c vc c considera um produtor serio de vanguarda, vc com certeza o usa, c nao usa ainda, use!! Feel it.

*****Desculpem-me c eu estou meio critico demais esse mes ...eh o frio! hehe

Monday, September 04, 2006

volta a web

pois é, estive viajando, dei um pulo na terrinha... e andei passando por aqui ó

:)

umas musiquinhas:
vienna art orchestra - reflections on aubade

vienna art orchestra - reflections on severe reprimande

Monday, August 07, 2006

Miss

Miss
(Por Alex Coelho, diretor de arte & Tomás Seferin, audio designer)

para ver:

para ouvir:
miss
ou
miss (xtended ghost voices mix)

Saturday, August 05, 2006

Seth De Agosto

Nao me atrelando apenas as novidades, assim prossegue minha coluna de agosto:


REVIEWS


Triosk - The Headlight Serenade (CD)
[The Leaf Label]

Triosk - VisionsIV

Formado em 2001 , esse trio australiano realmente me pegou de jeito.

À algumas semanas atras, vasculhando as profundezas do bleep.com, me deparei com The Headlight Serenade, a capa de tao intrigante me convidou a escutar as faixas, mesmo sem saber do q c tratava ja q eu nunca tinha ouvido falar na banda e de inicio nao me dei conta q a label era a mesma q lanca Murcof, Manitoba entre outros bons produtores de modern electronica.


Bom, nao precisei ouvir mais q 3 faixas para saber q valhia a pena comprar o disco inteiro, comprei-o. E q disco. No discogs, denominam o som deles de future jazz. E quem sou eu para discordar, mas o estilo nao importa, oq importa eh a qualidade e a versatilidade desse release. Hj ja tendo ouvido o disco umas 467 vezes, percebo quantas influencias me vem a cabeca, eu penso em post rock, em minimal, em idm .. q maravilha isso , fico emocionado em perceber nas nuances desse som delicado porem insolito o quando esses caras sao "open minded".

Basicamente o som deles eh o seguinte, imagine 3 grandes musicos (batera, baixo e teclas)ensaiando e improvisando com o gravador ligado , ai um deles pega o material, edita, picota e mixa tudo dando uma roupagem absolutamente contemporanea e porque nao vanguardista, afinal eh o jazz do futuro neh? Alem dos demais artistas da Leaf, o Triosk q ja lancou tambem pela alema Scape (Jan Jelinek) me lembra artistas como Mogwai, Boom Bip, Four Tet, Marc Leclair e até Autechre, pasmem. Confesso q eh muito gostoso pensar em autechre ouvindo 3 caras tocando jazz. (Claro q com uma pequena ajuda do mix q tem alguns "special idmish effects").

O q realmente faz desse disco uma obra prima nao eh a sonoridade, nem o conceito, nem a virtuose, eh simplesmente o bom gosto. Em tempos nada prosperos para a industria fonografica, nao eh nada mal adquirir um disco sem falhas e sem trax ruins. NOTA 10.



e por falar em marc leclair...


Marc Leclair - Musique Pour 3 Femmes Enceintes (CD)
[Mutek Rec]

marc leclair - 33e jour

Vulgo Akufen, Marc eh sem duvida um dos melhores e talvez na minha opiniao, o melhor produtor de minimal da atualidade. Alias..desde 2002 quando ele lanco o disco My Way, q eu nao ouco ninguem produzir/mixar esse genero como ele. Porem, nao eh de agora q ele ja nao demonstra mais muito interesse nas pistas de danca c eh q ja teve algum realmente. hehe

Musique Pour 3 Femmes Enceintes eh seu mais recente LP, lancado porem em 2005. Como ja era de se esperar, eh um disco conceitual, desprovido de qualquer tipo de apelo aos djs , as pistas, a midia, ao estilo ou a quem quer q seja a nao ser as 3 mulheres gravidas q alias..quem seriam? =)))))))

O q esperar? O mestre do picote em sua melhor performance, dando mais enfase as ambiencias, texturas e climas densos, eh um disco introspectivo e espacial, para se ouvir deitado ou no carro.
Apesar de conter algumas verdadeiras perolas, "Musique.." nao chega a ser um candidato a classico, faltando talvez um pouco mais de inspiracao de seu criador para com o todo. Mas Akufen eh Akufen! NOTA 8,5.


Swayzak - Route De La Slack: Remixes & Rarities (2XCD)
[Studio !K7]

slam - human (swayzaks big smoke rework)


Duo ingles, famoso no circuito "electro/minimal" ja algum tempo, o Swayzak acaba de lancar uma coletania dupla de remixes e trax ineditas. O ponto alto do release eh sem duvida os remixes. Alguns sao impressionantemente deliciosos de ouvir e dancar, meus favoritos sao o remix para o Senor Coconut, o remix para Slam, e o para Tic Toc de Will Saul. No cd de raridades tem algumas boas, gosto da Easy My Mind e Slave To The Hard Drive.

O estilo eh Swayzak, c vc conhece sabe, c vc nao conhece, eh um bom release para saber.
Electro disfarcado de minimal ou o inverso seria minha definicao para o som deles. Eh cool!
NOTA 8.

alias, falando em Swayzak, eles estarao se apresentando no Motomix de setembro, em Sao Paulo, eu vou!

Friday, August 04, 2006

Thursday, August 03, 2006









by XTC:

O grande sucesso de Ultraman e Ultra Seven no Japão desencadeou uma série de imitações em seu país, quase nenhuma capaz de arranhar a popularidade dos originais. Uma dessas produções, porém, feita no início da década de 1970, conseguiu não só rivalizar com os Ultras clássicos como também obteve algum sucesso nos Estados Unidos, França e Brasil, onde foi reprisado até meados da década de 1990 pelo SBT.

Produzido com parcos recursos pelo estúdio P-Productions, a saga de Spectreman iniciou no Japão uma verdadeira mania por monstros, revigorando o gênero. Um herói humano, com fraquezas e constante rebeldia, inimigos carismáticos e histórias criativas fizeram a fama de um dos mais famosos "clones" do Ultraman. Os "defeitos especiais" da produção também eram marcantes: maquetes capengas com fios de sustentação ainda mais visíveis do que de costume, raios desenhados em cenas congeladas, monstros em stop motion desajeitado e explosões pífias, fora os trajes de acabamento quase amador. Tudo muito tosco e divertido, num enredo que misturava humor (voluntário e às vezes nem tanto), drama e algumas vagas mensagens ecológicas.

No centro de tudo isso, a grande atração era sem dúvida o maligno Dr. Gori. Egocêntrico, histérico, megalomaníaco e cheio de tiques nervosos, o estiloso macaco loiro e seu fiel assistente Karas foram criados graças ao sucesso mundial de O planeta dos macacos.

Além de Gori, os monstros eram outra grande marca do programa. Ao longo da série, apareceu um rato voador gigante bípede e com duas cabeças, um monstro com cabeça de semáforo e ganchos no lugar das mãos, uma barata gigante, uma baleia cachalote voadora e até uma cópia maligna do herói, entre outras ameaças memoráveis.

"DOMINANTES, ÀS ORDENS!"

Com esse bordão, o pacato Kenji (Jooji Gamou, no original) transformava-se no poderoso andróide de batalha Spectreman e partia para enfrentar os monstros que ameaçavam o Japão. Capaz de se tornar um gigante e voar, utilizava uma infinidade de golpes e raios, sendo o principal deles o Spectro-Flash.

O enredo mostrava o herói vivendo oculto na Terra a mando dos Dominantes de Nebula 71 para alertar a humanidade sobre os riscos da destruição do meio ambiente. Disfarçado de humano, ele se juntou ao Grupo Anti-poluição, uma equipe de pesquisadores e ativistas ambientais.

A chegada de Spectreman coincidiu com o primeiro ataque do Dr. Gori, um fugitivo espacial que almejava conquistar a humanidade junto com seu assistente Karas, um homem-gorila tão forte quanto cretino. Gori criou monstros que se alimentavam de lixo e fez sucessivos ataques contra o Japão, um país que sofre com a poluição desenfreada de suas indústrias. O discurso ambiental, no entanto, não passava de um detalhe, pois o que interessava aqui era ver monstros levando uma boa surra do herói.

Ao longo dos episódios, o Grupo Anti-poluição deixou as pesquisas de lado e começou a usar armas avançadas para ajudar Spectreman, tornando-se o Grupo Anti-monstros. Ficou uma imitação meio capenga de equipes estilo Esquadrão Ultra (de Ultra Seven) mas, sem dúvida, a mudança deixou os episódios mais movimentados.

A série possui muitos capítulos antológicos (quase todos em duas partes), com destaque no aspecto humano das histórias, o que era bem característico nos heróis da P-Productions. Em um dos mais interessantes, o boa-praça e mercenário espacial Meteoro desafiou Spectreman para um duelo estilo caubói, a fim de saber quem era capaz de disparar mais rápido seu raio mortal. Porém, a amizade de Meteoro por um garoto fez o honrado lutador tomar uma decisão inesperada no confronto. Em outra aventura, um patético lixeiro foi transformado por Gori num monstro comedor de lixo que assustava sua própria família. Em pânico, a grotesca criatura tentou se matar, numa cena tão constrangedora que ficou bacana de tão trash. E, bizarrice suprema, em um aventura, Karas colocou óculos escuros, chapéu e poncho de mexicano e entrou numa discoteca. A seqüência é um verdadeiro delírio de pancadaria psicodélica.

Alguns momentos, porém, tinham ênfase no drama, como o arrepiante (se você tiver menos de dez anos, claro) episódio duplo Operação genocídio, com mortes em profusão e o heróico sacrifício de um garoto sensitivo no final. Em outro arco duplo de histórias, Gori saiu de cena para o confronto de Spectreman com o vampiro espacial Vordalak, em aventura digna do clássico Ultra Seven.

O final da série mostrava o herói partindo de volta para seu lar, depois de perder o poder de se reverter para a forma humana, vencer Karas e presenciar o suicídio do Dr. Gori. Os camaradas de equipe, vendo-o partir, revelaram que já sabiam da sua identidade secreta. E foi assim, de modo bem melancólico, que o programa terminou, deixando de lado os alívios cômicos e assumindo aquele senso de melodrama que tanto caracterizava os aventureiros japoneses clássicos.

Competindo diretamente com a super-produção (para os padrões da época) O regresso de Ultraman e com o inovador homem-gafanhoto Kamen Rider, a produtora apostava no clima das histórias para manter a audiência. E conseguiu, pois Spectreman chegou a 63 episódios, uma excelente e poucas vezes alcançada marca para um seriado do gênero.

ATERRISSANDO NO BRASIL

No Brasil, pouco mais de cinqüenta episódios foram exibidos, sendo que a maior parte dos inéditos fazia parte da segunda metade do programa. Exibido inicialmente à noite na TV Record no início da década de 1980, a série logo migrou para o SBT, onde ganhou enorme popularidade.

A dublagem, feita nos estúdios da TVS (que era também o nome original do SBT), era recheada de vozes marcantes, como Carlos Seidl (Dr. Gori) e Potiguara Lopes (Karas), os populares Seu Madruga e Prof. Girafales do Chaves. Porém, a edição de áudio era péssima, parecendo que as vozes saíam de dentro de uma cabine.

No Brasil, a série ainda ganhou uma versão em quadrinhos na Editora Bloch desenhada por Eduardo Vetillo, que teve um grande destaque como desenhista dos Trapalhões. Com o nome do herói mudado de Kenji para Kenzo, e com o traje em tons de azul e com design diferente do original, o gibi parecia até uma produção pirata.

Com todas suas virtudes e deliciosos defeitos, Spectreman é uma série cult como poucas. E, preparando o terreno para cada um de seus divertidos episódios, uma sóbria locução alertava os telespectadores, mais ou menos assim:

"Planeta: Terra. Cidade: Tóquio. Como todas as metrópoles do planeta, Tóquio se acha hoje em desvantagem em sua luta contra o maior inimigo do homem: a poluição. E apesar dos esforços de todo o mundo, pode chegar o dia em que a terra, o ar e as águas venham a se tornar letais para toda e qualquer forma de vida. Quem poderá intervir? ssssssssssssssSpectreman man man man!!!"

CURIOSIDADES

No início, o personagem-título da série era o vilão Dr. Gori. Somente na terceira fase, o título definitivo foi adotado, conforme aparece na ficha técnica.
O estúdio P-Productions foi o mesmo que realizou as duas séries em live-action Lion Man (exibidas na extinta TV Manchete) e o clássico Vingador do Espaço (TV Record), baseado em mangá de Osamu Tezuka.
A versão em mangá foi desenhada pelo próprio criador Souji Ushio, onde ele assinou com o pseudônimo de Daiji Kazumine. No total, rendeu nove volumes encadernados.
A roupa de Spectreman era usada pelo dublê Koji Uenishi, que já havia trabalhado em Ultra Seven. Seu físico atarracado e os grandes capacetes que tinha que usar sempre deixavam seus personagens meio cabeçudos. :-)
Foi nos Estados Unidos que o nome foi alterado de Spectroman para Spectreman e o seriado ganhou sua estilosa música-tema. A melodia original foi mantida na trilha instrumental, especialmente em cenas de batalha.
O ator Tetsuo Narikawa é mestre de karatê, fato que não foi explorado na série.
Ficha técnica

Títulos originais: Uchuu Enjin Gori (Homem-Macaco Espacial Gori/ episódios de 1 a 20), Uchuu Enjin Gori x Spectroman (episódios de 21 a 39) e Spectroman (episódios de 40 a 63)

Estréia no Japão: 02/01/1971 (TV Fuji)

Número de episódios: 63

Criação: Souji Ushio
Roteiro: Susumu Takaku, Masaki Tsuji e outros
Trilha sonora: Kunio Miyauchi e Naohiko Terashima
Direção: Koichi Ishiguro, Keinosuke Tsuchiya e outros
Produção: P-Productions
Emissoras no Brasil: TV Record e SBT
Versão brasileira e dublagem: TVS

Elenco:
Tetsuo Narikawa (Kenji), Tohru Ohira (Chefe Kurata), Takamitsu Watanabe (Kato), Kazuo Arai (Ota), Koji Ozaki (Wada), Machiko Konishi (Minnie), Yoko Shin (Tieko) e Taeko Sakurai (Kimie).

Catedral Rosa



"Catedral Rosa é uma intervenção urbana que se situa no âmbito do terrorismo cultural. Ela se consistiu em modificar a iluminação da Catedral de Brasília através de interferências realizadas diretamente nos refletores do monumento.
A Catedral foi pintada no dia 28 de junho de 2006, quarta-feira, aproximadamente as 18:40h. O monumento católico pintado de rosa no dia do orgulho gay é um atentado que traz em seu bojo questionamentos sobre valores pré-estabelecidos num ato transgressor que descaracteriza a conduta artificial vigente.
O feitio translúcido que tanto sugere como se afirma característico desta intervenção, tem como fator principal bulir (mesmo!) com todas as questões morais, éticas, estéticas, históricas, sociais e culturais de maneira sutil e poética sem danificar a estrutura física do monumento.
Este vídeo trata-se do registro da intervenção. Sua reprodução é para que as pessoas não-presentes ali naquele momento possam participar de toda a ação e contemplar o processo de transcoloração do monumento. Para que percebam que pintar o concreto modernista foi fácil, e que o difícil é pintar a rigidez e a apatia dos valores e espíritos dos cidadãos contemporâneos.
Portanto, não sejamos incrédulos portadores de pouca fé que se diminuem ante a própria covardia! "Informemo-nos"! Tornemos a "Catedral Rosa" de múltipla autoria, porque é! Convoquemos a todos assumi-la! Convoquemos também a fazerem seus atentados, pois quando os fizerem, diremos que fomos nós! Assim, seremos muito mais."

anônimo

Friday, July 28, 2006

Mapstation


Mapstation - Sororities


do ultimo album chamado Distance told me things to be said.



aqui
tem uma musica inédita.

sou fã desse alemão.:)

Saturday, July 22, 2006

Uakti. Os Philip Glass do Brasil




































do wikipedia:

"Se por um lado, as técnicas composicionais são contemporâneas, a sonoridade dos instrumentos, por outro, empresta um caráter primitivo à música do grupo. Esta dicotomia é o segredo do som do Uakti." Tá. O Ha Ono Beko também.


"Os instrumentos não convencionais construídos por Marco Antônio Guimarães são os responsáveis pela sonoridade característica do grupo." Opa. Ha Ono também. MAS será que eles já tem um CHORI SMETANO?

"Chori Smetano - Instrumento criado por Walter Smetak. Basicamente é um instrumento de corda com arco com uma cabaça como caixa de ressonância. Segundo seu criador este instrumento pode transmitir simultaneamente sentimentos antagônicos como o choro e o riso. Daí seu nome cho-ri (chora e ri). Guimarães construi seu chori smetano com as dimensões de braço e arco de violoncelo, assim qualquer violoncelista pode executá-lo."







"O principal compositor do Uakti, Marco Antônio Guimarães, tem formação erudita e utiliza em suas composições um estilo composto de estruturas rítmicas complexas. Normalmente mais de um compasso é utilizado na mesma composição, quando não é utilizada métrica livre." Ao tentar explicar pra alguem o que é IDM, eu normalmente invoco esses dois conceitos... Então pra ser politicamente correto com essa teoria, esse som teria que ser IDM também, um IDM acústico.





















wikipedia do Uakti


site oficial

do disco Tudo e Todas as Coisas (1984)- Maracatu elefante ---- aposto que a bjork ouviu muito esse album.:)

do disco Oiapok Xui (2005) - variação IV - aguas de março

Uakti também trabalhou com Philip Glass, claro, para um album tematico sobre a amazonia. Um dia posto mais coisa deles.

Thursday, July 20, 2006

50 curtas canadenses

aqui


com destaque para o grande Norman McLaren

um dia faço um post sobre ele:)

Saturday, July 15, 2006

テクニカル・サポート・フォーラム







永谷園はレトルトカレー「キレンジャーカレー ポーク中辛」を10日に発売する。75年4月からテレビ放送された「秘密戦隊ゴレンジャー」に登場し、カレーが大好物というキレンジャーをイメージキャラクターに使った。スーパー戦隊シリーズが今年で30作になるのを記念した。「当時ファンだった子どもたちも30代の大人。懐かしがって手に取ってくれれば」(同社)という。限定18万食で希望小売価格は税込み247円。

ふしぎ大陸南極展が開幕 東京・国立科学博物館(19:42)
博多祇園山笠、「追い山」で有終(17:17)
論理的な考察「苦手」 小4~中3国・数の学力調査(15:38)
神奈川・猿島で海開き(15:19)
シルバー人材センター 新たな仕事次々誕生(15:19)
鉄道事故の「影響」 各社に違い、実態とズレ(11:44)
市バスのエンジン音に鳴くカバ「成雄」 京都市動物園(09:30)
「水止舞」を奉納 東京・大田の厳正寺(06:06)
10月の電気料金値上げを示唆 東京電力社長(22:11)
お盆渋滞ピーク 下りは12日、上りは14、15

Friday, July 14, 2006

Tuesday, July 11, 2006

World Jump Day II ou "Money Art"






Considerando que falta uma semana para dar o salto,

1. Encontrei o cara que fez o site: Torsten Lauschmann, artista audiovisual alemão. No site se referem ao world jump day como "the most talked about viral jam of 2005". O que acho estranho é que ele considera a obra terminada...

2. Apesar de ser talvez um dos maiores happenings de todos os tempos, o cara também tá fazendo uma graninha a parte, vendendo camisetas e adesivos com o logo impresso.

3. Achei um "release" dele interessante também:

Torsten Lauschmann - Performing LIVE and presentation.
As a photographer, filmmaker and VJ, Torsten Lauschmann celebrates glitches, and out-takes, bits in between and images that might be easy to ignore. Lauschmann is currently on a Trans European busking tour under the guise of Slender Whiteman where he will launch his solar powered dub system. He lives and works in Glasgow.

Define Busking: Busking is the practice of performing in public places to receive donations of money.

Saquei que a onda dele - entre dêvedês, preformances e instalacões - é fazer dinheiro dizendo que é arte. Gostei.
Um novo movimento artístico? Money Art

Saturday, July 08, 2006

O mestre, em casa




Hermeto Pascoal. Ele ainda toca num ANTI um dia.:)

Friday, July 07, 2006

World Jump Day



Considerando que faltam menos de duas semanas pro dia 20 de julho, convido todos a um evento surreal ao qual estarei participando. Ás 11:39:13 (GMT), ou seja 08:39:13 horario de brasilia, 600 milhões de pessoas vão dar um PULO. De acordo com o site, esse pulo em massa vai mudar a orbita da terra, deixando então o clima mais ameno e evitando catastrofes fatais e aquecimento global.
E realmente não importa se é loucura/uma grande piada/um MEGA HAPPENING, é fantástico de qualquer jeito.
Quando me inscrevi, eramos 30 milhões. Hoje faltam 13 milhões e meio para atingir a meta necessária. Se estiverem acordados...

www.worldjumpday.org

Tuesday, July 04, 2006

Seth de Julho

Bom, estarei de agora em diante escrevendo uma materia mensal constituida de reviews, opinioes e dicas q eu julgue pertinentes no devido periodo. Comecando agora..em julho.
Sem mais delongas...


A label "cutting edge" mais quente do momento soh pode ser a Planet Mu, do Dub Step ao Breakcore, o selo ingles q eh referencia absoluta nos generos entortou meu cerebro com os ultimos 3 lancamentos (LP's). Algumas palavras a respeito deles:

Boxcutter - Oneiric (CD/LP)

> Uma versao mais pacifica de Venetian Snares, Boxcutter faz um dub step/breakcore surpreendente, digno de veteranos. Em seu primeiro album, o rapaz demonstra uma impecavel tecnica de mixagem e "tricks". Unidos a uma base harmonica deliciosa e madura, este eh sem duvida o meu favorito dos três. Nota 10!

Boxcutter - Gave dub



Venetian Snares - Cavalcade Of Glee And Dadaist Happy Hardcore Pom Poms (CD)

>As vezes eu acho o som dele demasiado rapido, brutal, e doentio! Mas ninguem pode negar, o canadense Aaron Funk vulgo Venetian Snares eh um dos, senao o melhor produtor de Breakcore da atualidade, alias eu ainda digo mais, ele esta no olimpo dos grandes produtores junto a nomes como Aphex Twin e Autechre. E seu novo album eh sem duvida o mais tecnico de todos, como se ainda fo-se possivel, sua artilharia de efeitos nunca foi tao letal e afiada. Porem eu nao considero este o melhor de seus albums musicalmente...eu ainda prefiro discos como Meathole e Winnipeg Is A Frozen Shithole, mas ainda sim, eh um otimo album e como eu disse, tecnicamente eh o mais evoluido. Entao valhe a pena ouvir nem q seja nivel de pesquisa! Nota 7.5!


Tim Exile - Tim Exile's Nuisance Gabbaret Lounge (CD)(mixed)

>Tim Exile eh outro dos top producers da casta de Mike Paradinas, e tem se tornado um dos mais famosos, principalmente por suas singulares apresentacoes ao vivo. Porque? Porque ele desenvolveu um set up tao fudido (multiplos midi controllers, microfone e um plugin do Reaktor personalizado por ele mesmo), aliado a uma tecnica q o permite criar e compor musicas ineditas no total improviso (LIVE!) . Apos muitos gigs europa afora. Tim resolveu compilar um cd com suas melhores criacoes ao vivo, o cd eh mixado e eh simplesmente surpreendente. O cara simplesmente redefinou oq eh um LIVE PA. Soh ouvindo pra entender!! Estilo? Le o titulo..hehe
Nota 9!


Extraz:

* O novo ep do Boards Of Canada chamado Trans Canada Highway eh uma consolavel descepcao, nao chegando aos pes de The Campfire Headphase. Nem pelo video de Dayvan Cowboy ele valhe ja q tu pode assistir de boa no youtube.com

* E por falar em youtube.com , vai la e escreve: RUBBER JOHNNY , eh o ultimo trabalho do genial videomaker Chris Cunningham, com trilha do Aphex Twin (um remix de Afx237 V.7 do album Drukqs) .. scary!

* Quem nao conhece e curte a linha, nao pode deixar de conferir outra de minhas labels favoritas, a holandesa Delsin. Esses caras estao ja a algum tempo lancando alguns dos melhores releases de "detroit electro/deep/emotional techno". A Clone tambem ta nessa onda , mas a Delsin emociona mais! Esta eh para aqueles q gostam de um Vince Watson, Carl Craig...

Saturday, July 01, 2006

Enchendo o saco dos françeses



É, é hoje. Vingança? Veremos. Eu tô com medo de perdermos, isso sim. Já não bastava 98 pra nego aqui pegar no meu pé, IMAGINA outro jogo desses? Eu tô fazendo minha parte. Adornado com as cores default, paninho na cabeça e, meu ataque pessoal, MUITA MUSICA BRASILEIRA BEM ALTA. Já avisei todos os vizinhos de andar que hoje ia ser fogo, que teriam q aturar 120 dB de pura ginga brasileira em vários formatos: mpb, maracatu, baião, forró, hinos e qualquer outra produção nacional que tenha escondida na minha biblioteca sonora.

Eis uma jóia do playlist de hoje:

Dona Selma do Côco - Fazendo Vento



palpite? 3 a 0. Dá-lhe Brasil!